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Chocolate de Gramado

Novidades no projeto Procedência do Chocolate de Gramado

A Prefeitura de Gramado, através da Secretaria de Turismo de Gramado está, desde o início de 2016, realizando o processo de Indicação de Procedência do Chocolate, onde, no final do projeto, todas as empresas integrantes da área geográfica de produção poderão obter um selo da diferenciação do produto junto ao mercado.

Desde seu início, após diversas reuniões com o intuito de explicar sobre o funcionamento deste projeto e tudo que ele envolve, o projeto demonstrou que seu objetivo é proteger e evidenciar o vínculo do chocolate com a região por caracterizar sua tipicidade. As empresas chocolateiras que aderiram ao processo passaram, ainda no ano passado, a ser visitadas por um engenheiro químico, que participou da equipe de trabalho, a partir das quais se identificou a base para o regulamento técnico, que foi adequado pelas próprias empresas.

Agora, as novidades contam com algumas exigências, como possuir o mínimo de 35% de cacau e zero gordura vegetal e – obviamente – nada de gordura vegetal hidrogenada. Estes são alguns dos novos requisitos básicos para uma fábrica de Gramado pleitear a Indicação de Procedência para o chocolate artesanal. É como um selo de qualidade de reconhecimento internacional.

A IP é concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial. As empresas de Gramado que integram o projeto são Caracol, Prawer, Lugano, Gramadense, Do Parke, Planalto, Canto Doce e Chocolataria Gramado.

O Projeto foi idealizado pela Secretaria de Turismo de Gramado e está sendo executado pela empresa vencedora da licitação, Master Assessoria Empresarial. Os chocolateiros já definiram os ingredientes que podem ser usados na produção do chocolate que receberá o selo, como manteiga de cacau, massa ou liquor de cacau, açúcar refinado ou não refinado, leite em pó integral e/ou desnatado e, também, emulsificantes.

Temos certeza de que este selo será um diferencial para o chocolate de Gramado, que já tem reconhecimento nacional”, afirma Rosa Helena Volk, Secretaria de Turismo de Gramado.

A legislação determina que deve constar no mínimo 25% de cacau no chocolate. Mas as empresas de Gramado, que participam do projeto, definiram que usarão 35% como mínimo. Mínimo de 35% chocolate ao leite, 42% meio amargo, 55% chocolate amargo e 25% branco.

O regulamento que está sendo elaborado incorpora procedimentos já realizados pelas empresas, como a avaliação física e sensorial dos insumos no recebimento, o que evita que matérias-primas contaminadas sejam utilizadas no processo.

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