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O Código da Vinci é inspiração para livro de autor carioca

Robert Langdon conquistou uma legião de fãs e é indispensável nas histórias do norte-americano Dan Brown. Sua popularidade cresceu principalmente após ser interpretado nos cinemas pelo ator Tom Hanks. As aventuras do professor encantam os amantes da literatura internacional. Para esses fãs, o protagonista do livro “Misterius In Versus”, do carioca Antonio Marcos Correia, é mais um personagem para prestar atenção.

Eduardo é um pacato bibliotecário do arquivo de Portugal, que – assim como Langdon – se envolve em uma missão misteriosa e secreta. Ele encontra uma mensagem curiosa com um código em uma das pastas do arquivo referente à Ordem dos Cavaleiros de Cristo. A partir daí, começa uma busca para solucionar o que estaria por trás daqueles escritos.

Robert Langdon já teve como pano de fundo de suas aventuras uma obra de arte famosa de Dante Alighieri. Em contrapartida, em “Misterius In Versus”, Eduardo tem como parâmetro “Os Lusíadas”, de Luís de Camões. As semelhanças entre eles são muitas, inclusive na personalidade forte e curiosa. Certamente, o herói brasileiro é páreo para o americano, presenteando os fãs deste tipo de literatura com uma história envolvente e misteriosa.

Para saber mais sobre o livro ou entrevistar o autor de “Misterius In Versus”, entre em contato pelo e-mail adriane@liliancomunica.com.br

O segredo de Camões

Em obra, escritor brasileiro leva leitores a uma busca em torno de um dos maiores mistérios do ocidente por meio de uma trama que se desenvolve entre Brasil e Portugal

Em Misterius In Versus, livro escrito pelo carioca e filho de pais portugueses, Antonio Marcos Correia, os leitores irão mergulhar em uma busca por mistérios inimagináveis através de templos, locais sagrados e destinos turísticos entre o velho continente e a cidade do Rio de Janeiro.

A obra traz como personagem principal Eduardo, um pacato bibliotecário do arquivo público em Portugal, que cai em uma armadilha montada por membros de uma sociedade secreta e passa a ser alvo de chantagem, o que o impele a uma busca por tesouros perdidos.

Na narrativa, a solução em torno do hipotético túmulo de Maria Madalena surge através de um caminho português. Na trama, o poeta Luiz de Camões teria deixado pistas em suas obras e em outros lugares que indicariam a localização de tal segredo.

Cruz ficou um pouco perplexo tentando descobrir
o que significava aquilo e então se viu na frente de um
quebra-cabeças. Tentou ler os números mentalmente de
forma pausada, como dizia o título, na esperança de ter
alguma luz sobre aquilo. Leu os números na vertical, na
diagonal, na horizontal, de trás para frente, mas nada tinha
significado especial para ele. Foi quando então teve
uma ideia que iria lhe render vários problemas, guardou
o papel no bolso da camisa para raciocinar sobre ele na
tranquilidade de sua casa. 

O livro, segundo o autor, é uma hipótese histórica, já que traz fatos históricos reais com nexos de ficção entre eles. Além de se basear na literatura acadêmica para compor as páginas, todos os locais descritos foram visitados pelo escritor em viagens. “Essa proximidade com a realidade dá ao leitor a possibilidade de se achar próximo dos mistérios a serem resolvidos e a sensação que podemos fazer parte na vida real na solução deste e de outras incógnitas. Isso é por si só é instigante”, afirma.

Ficha técnica
Misterius In Versus
Editora Chiado
Autor:Antonio Marcos Tomaz Correia
ISBN: 978-989-51-6961-0
Páginas: 230
Formato: 22×14
Preço: R$ 30,00

Sobre o autor: É carioca, filho de pais portugueses, atua em sua cidade natal como empresário em diversos ramos da atividade e no momento cursa graduação em relações internacionais. Desde novo, aprendeu com sua família a gostar de história, em especial aquela que liga o Brasil a Portugal. Desde criança, tomou gosto pela leitura de qualquer coisa que se referisse a mistériose segredos guardados pelo tempo, qualquer fato que a cronologia escondesse com um véu de brumas era fruto de sua curiosidade, que sempre foi bastante aguçada. Esta vontade de conhecer aquilo que se esconde por trás da história objetiva o levou a conjecturar uma série de teorias que se entrelaçam neste livro de ficção. O livro conta, como pano de fundo, com lugares que existem na vida real e que fazem parte da vivência do autor.

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2 thoughts on “O Código da Vinci é inspiração para livro de autor carioca

  1. Esse livro foi baseado ou tem alguma relação com o livro de outro autor brasileiro, Luciano Milici, “A página perdida de Camões”, lançado em 2012? Comparada a Dan Brown, a obra de Milici também tem o protagonista bibliotecário, seita secreta, pontos turísticos como pistas, segredos ocultos em Os Lusíadas, simbologias e relação investigativa, fatos verídicos sobre Camões e muito mistério. Além disso, “A página perdida de Camões” vem sendo adotado por escolas desde 2012 como ensino complementar de Os Lusíadas e Camões. Houve alguma inspiração?

    1. Entramos em contato com o autor que lhe enviou a seguinte resposta:

      “A única coisa na qual as duas obras convergem é o fato de falarem de Camões e supostos mistérios sobre a vida deles. O protagonista da “Página perdida de Camões” é um estudante de Literatura enquanto o meu é um Bibliotecário, o seu livro é passado em São Paulo na década de 90 e tem um pano de fundo e trama totalmente diferente do meu. Parece que os versos que são citados de Camões são aqueles ligados ao amor, como aquela parte que aparece numa música do Legião Urbana, isto eu vi no primeiro capítulo. O meu livro nem fala destes versos, eu só falo de versos com descrições históricas. O seu livro é bem policial porque pelo que vi na resenha há um Serial Killer que é o antagonista da estória, o meu tem um antagonista erudito e bem longe de ser um homicida.

      O objetivo principal da minha estória é dar um caminho Luso Brasileiro para a descoberta do paradeiro do túmulo de Maria Madalena, outros escritores já tentaram o fazer por vários caminhos. Baseado em suposições, sobre a ordem templária ter levado seus segredos para Portugal, quando foram caçados no resto da Europa, tentei traçar este caminho, escrevendo um livro de ficção que fosse grande em seu conteúdo histórico e também agradável a leitura.

      Agradável como também parece ser “A Página Perdida de Camões”, pelo que pude ver no começo do primeiro capítulo. Pretendo ler a obra em questão, pois evidentemente me interesso pelo assunto.

      No mais, fico feliz de tantas pessoas após quase 500 anos da morte do grande poeta lusitano ainda escreverem sobre ele, o sucesso na venda de nossas obras é o sucesso da cultura luso Brasileira e o sucesso da Língua Portuguesa que é falada em oito países como língua oficial e em outros sem número de enclaves na Ásia e na África”.

      Com os melhores cumprimentos,

      A. T. Correia

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