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Vacina contra febre amarela

Foto: Carlos Borges/Prefeitura de Gramado

Secretaria da Saúde de Gramado disponibiliza vacina contra a febre amarela

Devido aos casos de febre amarela confirmados em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, voltam as dúvidas da população sobre a doença e sua incidência. A Prefeitura de Gramado, por meio da Secretaria da Saúde, informa que não há motivos para preocupação da comunidade, visto que não existem casos recentes da doença no Rio Grande do Sul, e esclarece que disponibiliza vacinas para aqueles que pretendem viajar para outros estados.

A imunização pode ser realizada no Centro Municipal de Saúde e nos postos do CAIC, Pórtico II e Várzea Grande. As vacinas são disponibilizadas durante o ano todo. Gramado possui uma boa cobertura vacinal contra a febre amarela, chegando a 75% da população em 2016. A meta para 2018 é atingir 95% de cobertura vacinal.

“Para atingirmos essa meta, precisamos que toda a população, principalmente as crianças, compareça aos postos de saúde e atualize suas carteiras de vacinação”, salienta o secretário da pasta, João Teixeira.

A vacinação contra a febre amarela também é disponibilizada para aqueles que pretendem viajar para o exterior. Desde o início de janeiro, a Vigilância em Saúde do município passou a expedir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), documento de precaução que comprova a realização da vacina com 10 dias de antecedência ao embarque para o destino desejado.

A emissão do CIVP é feita no Centro Municipal de Saúde, nas terças e quintas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h30min. O viajante deverá agendar atendimento pelo telefone (54) 3295-7100, ramal 4. Para agilizar a emissão do certificado, o interessado deve realizar um pré-cadastro no endereço http://www.anvisa.gov.br/viajante.

O que é a febre amarela?

A febre amarela é uma doença grave, causada por um vírus transmitido por meio da picada de mosquito, e que acarreta altas chances de morte. Pode ser controlada por vacina que garante a eficácia em 95%.

No Rio Grande do Sul, o vírus é transmitido por uma espécie nativa de mosquito do gênero Haemagogus, característico de áreas silvestres. Entretanto, não há registros recentes no Estado de casos de febre amarela em primatas e humanos. “Seguimos com o monitoramento como medida preventiva. Alertamos para que a população comunique a Vigilância em Saúde caso encontre bugios mortos, para que o departamento investigue o caso”, ressalta a coordenadora da Vigilância em Saúde, Marina Toniolo.

Os principais sintomas da doença são febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina). O tratamento é sintomático com internação hospitalar.

VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA

Onde vacinar?

Centro Municipal de Saúde: terças-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h

Posto de Saúde do CAIC: segundas-feiras, das 13h30min às 16h (preferencialmente para moradores da região do posto)

Posto de Saúde do Pórtico II: quartas-feiras, das 8h às 11h

Posto de Saúde da Várzea Grande: quintas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h.

Quem deve se vacinar?

– A vacinação da febre amarela é realizada em dose única, tanto para adultos quanto para crianças, de acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS);

– As crianças devem receber as vacinas aos nove meses de idade, assim a proteção está garantida para o resto da vida;

– Para quem não tomou as doses na infância, a orientação é de uma dose da vacina. As recomendações são apenas para as pessoas que vivem ou viajam para as áreas de recomendação da vacina;

– Viajantes devem seguir as recomendações do Regulamento Sanitário Internacional (RSI). Em viagens para áreas com recomendação de vacina, os viajantes devem se vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem , de acordo com as normas do Programa Nacional de Imunizações.

Quem não pode tomar a vacina?

A vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer, pessoas imunodeprimidas e alérgicos à gema do ovo. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos. Idosos a partir de 60 anos podem se vacinar desde que tenham prescrição médica.

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